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Especialista em Comunicação

Da definição de mensagem à presença digital, construímos a comunicação que posiciona a sua organização junto de quem decide.

A maior parte das organizações não tem um problema de visibilidade — tem um problema de clareza. Comunicam muito, em vários canais, mas sem uma ideia central que se fixe na cabeça de quem ouve. O resultado é esforço disperso: campanhas que não somam, mensagens que se contradizem entre departamentos e uma marca de que ninguém se lembra quando é preciso decidir.

O nosso trabalho começa por resolver isso. Antes de escrever uma linha ou abrir um canal, definimos o que a organização é, para quem fala e o que quer que fique.

Como abordamos

1. Diagnóstico

Ouvimos quem decide, quem executa e, sempre que possível, quem recebe a comunicação. Analisamos o que já foi feito, o que resultou e o que se perdeu pelo caminho. Mapeamos os públicos que importam — clientes, imprensa, parceiros, decisores públicos, colaboradores — porque cada um exige uma entrada diferente.

2. Posicionamento e mensagem

Fixamos a ideia central e traduzimo-la em mensagens-chave por público. Este é o documento que passa a governar tudo o resto: o site, a resposta a um jornalista, o discurso numa sessão pública, o texto de uma proposta.

3. Plano e canais

Definimos onde vale a pena estar e com que frequência. Um plano de comunicação útil diz também o que não vamos fazer — é aí que se recupera orçamento e tempo de equipa.

4. Execução e ajuste

Produzimos, publicamos e acompanhamos. Ao fim de cada ciclo, revemos o que saiu, o que chegou e o que mudou, e corrigimos o plano com base em evidência.

O que entregamos

  • Documento de posicionamento — a ideia central e as mensagens por público.
  • Plano de comunicação — objetivos, canais, calendário, responsáveis e indicadores.
  • Guião de tom de voz — como a organização escreve e fala, com exemplos.
  • Materiais de suporte — apresentações, textos institucionais, conteúdos digitais.
  • Relatório periódico — o que foi feito, o que resultou, o que se ajusta a seguir.

Para quem trabalhamos

Empresas que precisam de sair do ruído do seu setor, organizações do terceiro setor que dependem de notoriedade para captar apoios, autarquias e entidades públicas com dever de prestar contas, e projetos que estão a nascer e ainda não sabem explicar-se em duas frases.

Perguntas frequentes

Antes de avançarmos.

Trabalham com organizações que já têm equipa de comunicação interna?

Sim, e é frequente. Nesses casos entramos como camada estratégica: definimos o rumo, treinamos a equipa e deixamos o plano documentado, para que a execução do dia a dia continue dentro de casa.

Qual é a duração mínima de um projeto?

Um diagnóstico com plano de comunicação demora tipicamente entre quatro e seis semanas. O acompanhamento continuado costuma ser contratado em ciclos de seis ou doze meses, porque comunicação sem continuidade não gera reconhecimento.

Fazem também a produção dos conteúdos?

Sim. Além da estratégia, produzimos os materiais — textos, apresentações, conteúdos para redes sociais, vídeo e fotografia — para que a mensagem chegue no formato certo a cada público.

Como medem o retorno da comunicação?

Definimos os indicadores no início, junto com os objetivos: presença em media, alcance e envolvimento, pedidos de contacto gerados, notoriedade junto de públicos específicos. O que não for medível fica identificado como tal, em vez de ser apresentado como resultado.

Vamos falar sobre o seu projeto?

Conte-nos o contexto e o objetivo. Respondemos com uma primeira leitura do desafio e uma proposta de caminho.

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